O QP praticou bullying com Sir McCartney

Senhoras e senhores, como já é de vasto conhecimento dos frequentadores (nossos amigos) deste site, o maior ídolo dos dois ‘escribas’ é o Beatle (sim, a banda como um homem só, no singular). Ainda assim, um deles, que não será identificado, tende ao quadrante Paul McCartney do ser criado a partir do meu imaginário. O outro, tende ao quadrante George Harrison.

Sendo assim, é esperado que os trabalhos de Sir McCartney sejam avaliados e louvados pelo escriba que tende para seu lado. Pois não é bem assim que acontece.  Paul lançou há dois meses um de seus trabalhos mais inusitados, diferente de tudo o que ele já havia criado.  O lado McCartney do Quartel Pimenta só anunciou e achou ótimo assim.

Após deixar claro meu grande afeto por este certo (a) escriba, convido-os à ouvir o Kisses On The Bottom. Apesar de ser uma compilação de covers com, na versão pura, duas composições de McCartney, o disco é belíssimo. Não é nada parecido com Beatles, Wings ou qualquer outra coisa que o Paul tenha produzido, como disse aqui certo post anterior. É novo. E ótimo. Ponha-o para ouvir, feche os olhos, deite e com certeza relaxarás. Mostra que, mesmo há mais ou menos 55 anos no mundo da música, Sir Paul ainda pode surpreender com coisas novas, e boas.

Um disco de jazz, saudosista, calmo, suave e bom de se escutar. É como ouvir Nat King Cole na voz de Paul McCartney. Genial.

Curta ‘My Valentine’, uma das duas composições de Paul, o 1º single do disco.

 

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