O ano do tudo sendo o ano do nada

Falemos de uma forma mais pessoal. Estou escrevendo com os braços sobre um livro didático de História, onde em letras garrafais se lê “A expansão marítima europeia”. Ao meu lado, um de Biologia. Atrás, livros, cadernos, anotações e apostilas esperando pela sua utilização. O rumo da minha vida se definirá em poucos meses, mas a noção que se tem é que a pressão te levará à loucura antes do fim desses poucos meses.

Toda essa desordem foi relatada com precisão por Renato Russo. Não que inexistam canções baseadas em estudos, vestibulares e toda a nuvem que cerca o mundo acadêmico. Mas o ex-líder do Legião Urbana expressa tudo o que eu, e muitos de meus concorrentes (ou amigos, entenda como quiser) desejariam gritar.

Além de compartilhar comigo a aversão à Química e a paixão por um certo clube de futebol, Renato teve uma adolescência muito complicada, por conta de uma doença óssea, diagnosticada quando tinha 15 anos. Ficou seis meses em repouso e se viu obrigado a passar o tempo livre ouvindo música. O período foi determinante, segundo ele, para a sua formação musical.

Às vezes, algum tempo no ‘nada’ traz retorno no ‘tudo’, sem que ninguém perceba.

Perdão pela baixa qualidade.

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