CRÍTICA – With The Beatles

Apesar da demora, a nossa querida série de posts sobre os memoráveis álbuns dos Beatles está de volta. Pois então, falamos agora do segundo álbum dos Beatles, o With The Beatles. Lançado no mesmo ano de Please Please Me, o álbum segue o mesmo estilo: 8 músicas foram compostas pelos Beatles, enquanto 6 são covers. Diferente de seu antecessor, With The Beatles só foi finalizado um mês depois, devido a compromissos. Seguem as críticas.

Luísa:

Sou fã da primeira fase dos Beatles e isso se deve muito à não mudança de estilo entre as músicas. Sendo o With The Beatles apenas o segundo álbum, obviamente, o estilo segue ao de seu antecessor. E assim como seu antecessor, conseguiu produzir sucessos memoráveis, tais como All My Loving e Hold Me Tight.

O álbum se inicia com It Won’t Be Long, canção na qual John apresenta seu vocal forte e característico da primeira fase dos Beatles. O disco segue com a já citada anteriormente All My Loving, uma de minhas músicas preferidas. Nesta música, devemos notar no baixo fazendo uma escala decrescente, que não era bem novidade na época, mas mesmo assim, é bom notar a técnica.

Temos , enfim, a estreia de George Harrison como compositor. Don’t Bother Me é uma balada que descreve o estado de um rapaz abandonado por seu amor. Porém, dizem as histórias, que esta música foi escrita enquanto George estava doente num quarto de hotel. Faz sentido também.

Quanto aos covers, não sei se é o melhor, mas Till There Was You é certamente o mais bonito. Tal música foi tirada de um musical da Broadway, The Music Man. Roll Over Beethoven também faz parte de minhas músicas preferidas. Música de Chuck Berry, o Pai do Rock. Ou seja, os covers foram muito bem escolhidos.

 

Pedro:

Apesar de não ser minha fase favorita, como já comentado anteriormente, é impossível não achar o início dos Beatles genial (assim como toda a carreira do Fab Four). O With The Beatles me intriga por ser um álbum sensacional mesmo com o uso de covers, embora ótimos, mas que não me agrada pela alta quantidade.

Mesmo assim, todas as oito “não-covers” são geniais e os covers muito bem executados. Qualquer música, de qualquer artista, nas mãos dos Beatles se tornava tão deles que poucos conseguem notar que a mesma não pertence ao Fab Four. Roll Over Beethoven é intocável.

O disco não só consolida a banda no cenário mundial, como mostra que não possuem só uma dupla de compositores fantásticos, mas um trio.  Lançar dois discos sensacionais no mesmo ano não era pra qualquer banda. O ano de 1963 foi a abertura de um espetáculo que duraria mais sete intensos anos.

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