Crítica: Band on the Run

Sou apaixonada pelo Paul McCartney, e ainda acredito que um dia eu vou casar com ele. Não gosto de quem diz o contrário. Enfim, o que sempre me fascinou foi pensar que o Paul era o cabeça dos Beatles. Ele era o cara que pensava nas músicas e em seus arranjos. Com certeza, ele não fazia isso sozinho, mas bem que poderia.

Assim, os Beatles acabaram. Paul ficou numa deprê tão intensa que acharam que o homem tinha morrido. ELE NÃO MORREU! Mas também não sabia mais o que fazer sem os Beatles. De repente, Linda, sua adorável esposa, mandou que levantasse a bunda gorda da cama e fosse trabalhar.Paul acordou, aprontou dois álbuns e decidiu que queria uma banda nova: os Wings.

Ele não havia convencido muito com seus álbuns solo. Mas, afinal, ele era um ex-beatle. Vamos ver o que acontece. Aconteceu 2 anos depois, enfim, o álbum mais aclamado dos Wings: Band on the Run.

Em um estúdio em Lagos, Nigéria (Paul queria um lugar exótico), dois integrantes abandonaram a banda. Na formação de trio mesmo, eles lançaram o que foi considerado o álbum do ano por muitos críticos.

Band on the Run representou, sobretudo, a confirmação do talento de Paul. Era, enfim, a primeira coisa boa, vinda dele, desde o fim dos Beatles. Foi tão bom que hoje está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Além disso, ganhou platina tripla.

Fora tudo isso, Band on the Run representa que Paul foi o beatle mais bem-sucedido. Este álbum foi apenas o começo para o que o tornaria a lenda viva que ele é hoje.

Veja como era feio o cabelo do Paul aqui.

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